
ESTRATÉGIA: Provando que não tem interesse em fazer sucessor, Elias Lira vai deixar a Prefeitura com graves problemas financeiros e uma situação complicada para o próximo gestor. Foto: Divulgação
Por Elias Martins
Liberadas no último dia 06 de abril as contas 2015 dos municípios pernambucanos.
Talvez os números que aqui apresentarei, farão os leitores refletir porque a atual gestão do Município da Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, atrasa tanto o pagamento de seus compromissos principais como, Pessoal e Aposentadorias.
O Demonstrativo de Dívidas Flutuantes conta uma história que joga por água abaixo a tão famosa condição de um homem (Elias Lira – PSD) preocupado em honrar os compromissos assumidos, como sempre se descreveu do mesmo.
Observem no quadro abaixo:

Observa-se que há dívidas que se arrastam desde 2011. Isto é péssimo para imagem de contratação de Fornecedores e Empreiteiros. Este nível de atrasos ou torna desertas as licitações, ou são super oneradas.
As Despesas Extra-Orçamentárias são as consignações de folha de pagamento; O Montante de Pessoal em 2015, reflete o processamento de folhas pagas só em janeiro de 2016 e os encargos 2015, detém prazos definidos para liquidação em janeiro de 2016.
O estranho são as despesas pendentes de 2014 para trás. Mostra um verdadeiro desleixo ou descontrole da atual administração.
No dia 31.12.2015 a Tesouraria da Vitória de Santo Antão tinha a seguinte posição financeira:

A devida compensação de Débitos e Créditos dão as contas do Município em 31.12.2015 uma dívida de R$ 13.704.457,17, repassadas ao exercício de 2016 – 6,82% de tudo que a Prefeitura de Vitória arrecadou em 2015, que equivale à quase um mês de receita líquida.
Afora isso, temos uma Dívida Fundada de R$ 18.040.781,61, que são dívidas consolidadas e reconhecidas:
Não podemos esquecer que o VitóriaPrev já acumula só nos sete anos de governo Elias Lira, mais de R$ 40 milhões de Reais.
Como será que o futuro prefeito vai encarar todos esses problemas?
Apresentará soluções em seu Plano de Governo?

por Elias Martins, colunista do Blog








