Uma professora da Tunísia, de 30 anos, está grávida de 12 bebês.
A gestação múltipla foi conquistada após um processo de fertilização in vitro, feito após sofrer dois abortos nos últimos dois anos. Agora, ela espera a chegada de seis meninos e seis meninas, o que deve acontecer dentro de quatro semanas, segundo noticiou, nesta semana, o jornal The Sun.
Apesar de remotas as chances de todos nascerem vivos, a mãe – que não teve a identidade revelada – poderá bater o recorde mundial de gestação múltipla.
Em janeiro deste ano, a norte-americana Nadya Suleman deu à luz oito bebês saudáveis. Especialistas britânicos, ouvidos pelo jornal Daily Mail, disseram que a gravidez da professora tem riscos “colossais” e que as chances de as crianças sobreviverem são de uma em 100.
O médico Peter Bowen-Simpkins, da Britain’s Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, entrevistado pelo periódico, disse que o útero não conseguiria passar mais do que 20 semanas com os bebês. Nesse período, ela estaria “enorme e não seriapossível levar a gestação adiante”, de acordo com o médico.
Ele disse ao jornal, ainda, que as crianças vão precisar de uma boa infraestrutura pediátrica e de cuidados intensivos, já que poderão apresentar problemas neurológicos.
O governo da Tunísia teria se comprometido a ajudar a família durante a gravidez e após o parto. Apesar dos riscos, a professora e o marido, identificado apenas como Marwan, comemoram a gestação múltipla.
O pai disse que de início imaginou que a esposa esperava apenas duas crianças. “É um verdadeiro milagre e nós nos sentimos abençoados por conseguirmos ter estes bebês”, disse ao jornal da Tunísia, Assabah.
Segundo o Daily Mail, a mãe teria dito a funcionários de um hospital em Gafsa, onde está internada, que está bem de saúde e ansiosa para ver os filhos. “Tudo o que eu quero é abraçar meus bebês e mostrar a eles todo o meu amor”, disse.
(Diário de Pernambuco).







