Visitas: 4

A Voz da VitóriaA Voz da Vitória

Trabalhadores em Educação do Estado realizam plenária em Vitória

  • A Voz da Vitória

Os professores e administrativos do setor de educação do Estado na cidade se reuniram em plenária na manhã desta quarta-feira (24), no auditório da Faculdade Osman Lins (FACOL), em Vitória de Santo Antão, que contou com a participação do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco, Heleno Araújo.

Eles discutiram quanto as questões do andamento das articulações pelo cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional do Professor, do programa Pró-Funcionário, do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV), bem como das questões envolvidas no setor de educação do Estado, do qual o Sintepe tem cobrado do Governo de Pernambuco transparência nas ações e reformulação de suas intervenções no setor.
“Há um consenso de que o setor educacional no Estado está sob controle, devendo se preocupar com outros, a exemplo da segurança pública e saúde. Isso é uma falsa realidade, inclusive visualizada equivocadamente pela oposição na Assembleia Legislativa”, salientou Heleno Araújo.

Antes, aproveitou para fazer uma visita com a coordenadora regional do Sintepe, Clícia Roberta, na Escola Estadual Guiomar Krause, localizada no bairro de Jardim Ipiranga, para constatar as denúncias de que a parte física do educandário não tem permitido uma melhor prestação de serviços de seus funcionários públicos.

Em entrevista a Rádio Tabocas FM (98,5), Heleno Araújo explicou que está havendo plenárias como esta nos demais municípios. Lembrou de um fato que tem sido motivo de preocupação no Sindicato, quanto aos Professores da Escola Marechal Eurico Gaspar Dutra, na UR11 (Recife), que estão recebendo descontos ilegais.

O gestor da unidade Alberlins Santana acumula as faltas de meses anteriores para mandar de uma vez, com o intuito de punir o corpo docente da escola.

O diretor utiliza dessa prática há seis anos. Entre os exemplos, o do professor Gilvan Freire que no mês de setembro estava acobertado pela junta médica do IRH, juntamente com a licença paternidade. Ele enviou as faltas do professor prejudicando-o com relação ao pagamento, tendo em vista que o profissional tem um contrato de 200 horas no Estado.

Mesmo tendo feito um documento para reparar o erro, não houve um pedido formal de retratação por parte da gestão, como também, não houve o pagamento dos juros em decorrência dos 30 dias a mais que a Secretaria de Educação ficou de posse dos descontos de Gilvan.

O corpo docente faz reclamações via e-mail a GRE e a Ouvidoria da Secretária de Educação, mais até o presente momento nenhuma solução foi dada. O corpo docente clama por novas Eleições na Escola, pois só assim, segundo eles, anulará os desmandos desse interventor.


por Lissandro Nascimento,
com Emerson Lima.