A paralisação dos dias 14, 15 e 16 de março tem como objetivo dar uma resposta a governadores e prefeitos que não pagam o Piso Salarial do Magistério, achatam as carreiras dos educadores e se negam a ampliar a jornada das atividades extra classe. As entidades educacionais irão cobrar também 10% do PIB para o financiamento da educação no PNE e pelo fim da terceirização.
“O Brasil não vai se desenvolver com justiça social se não houver investimento forte em educação”, pontuou o presidente do Sintepe, Heleno Araújo. Diversos governantes, incluindo o de Pernambuco, descumprem a Lei do Piso, uma conquista histórica da categoria, promulgada pelo presidente Lula, em 2008 e julgada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal, em 2011.
Na opinião do presidente da CNTE Roberto Leão existe muita resistência de governadores e prefeitos em aplicar efetivamente a lei. “Eles aplicam da maneira que eles acham conveniente para eles e temos uma enormidade de maneiras de aplicar o Piso. A nossa luta é para que a gente consiga padronizar no Brasil, que é isso que a Lei determina, que a Lei quer, é uma maneira desse Piso estar funcionando”.
No Estado, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe) promove uma série de atividades, confira abaixo:
14/03 – Debate sobre o Piso Salarial, às 9h, no Teatro da OAB e às 14h, ato público com passeata, em frente a Alepe.
15/03 – Durante o dia, panfletagem com carro de som no Recife, na Região Metropolitana e no interior do Estado.
Às 15h, no Sintepe, debate: A Educação e as Mulheres.
Às 19h, no Sindicato dos Bancários, Lançamento do Livro “Latifúndio Midiota”, do Jornalista Leonardo Severo.
16/03 – Durante o dia, panfletagem com carro de som em Recife, na Região Metropolitana e no interior do Estado.







