A televisão foi criada com o principal objetivo de entreter, informar e formar cidadãos na busca de novos conhecimentos; mas se depender da televisão da Vitória de Santo Antão, isso jamais acontecerá; por que é visível que os comunicadores não tem conhecimento.
Não aconselho, mas se o telespectador se atrever de ligar na TV Vitória durante as manhãs verá cenas de provocar bastante gargalhada; avisando que não se trata de programa de humor, mas parece ser de brincadeira o que se faz.
Pois o apresentador chama as matérias que já foi veiculada mais de mil vezes de “a reportagem está chegando agora, novinha, novinha”; ou então “esta notícia é exclusiva nossa” uma vez que já está em todos os jornais. Será que isso é saber ser comunicador? Para muitos isso se chama complicador de TV.
Mas, o pior de tudo é chamada AO VIVO da Delegacia. O repórter bota um fone maior do que a cabeça no ouvido e diz que está “ao vivo”, vejamos a hora de ele dizer que o link está com problema. Seria trágico se não fosse cômico.
Mas o engraçado é que o repórter não sabe nem mentir para os telespectadores, ele fala os blá, blá e depois diz ‘da Delegacia fulano de tal’. O erro está aí, chamadas ao vivo de TV de verdade, não é brincadeira é um trabalho árduo de bastante esforço e o repórter tem uma interação com o apresentador, portanto no final não precisa a identificação do repórter e sim uma deixa de complemento.
Ainda falando do apresentador transitório, é preciso saber que é um desrespeito com o telespectador o apresentador ler de cabeça baixa, pois ninguém têm olhos na testa, por isso existe para TV o chamado e desconhecido teleprompter.
Outro dia vi um repórter falando que dois carros da marca GOL foram encontrados abandonados. Ora! GOL é modelo a marca é Wokswagem. OK?
Complementado a crítica pedagógica, queremos falar do apresentador ou melhor do complicador das terças e das quintas-feiras. Ele conversa com o convidado que participa do programa, olhando para a câmera, cadê a interação?
Não aconselho, mas se o telespectador se atrever de ligar na TV Vitória durante as manhãs verá cenas de provocar bastante gargalhada; avisando que não se trata de programa de humor, mas parece ser de brincadeira o que se faz.
Pois o apresentador chama as matérias que já foi veiculada mais de mil vezes de “a reportagem está chegando agora, novinha, novinha”; ou então “esta notícia é exclusiva nossa” uma vez que já está em todos os jornais. Será que isso é saber ser comunicador? Para muitos isso se chama complicador de TV.
Mas, o pior de tudo é chamada AO VIVO da Delegacia. O repórter bota um fone maior do que a cabeça no ouvido e diz que está “ao vivo”, vejamos a hora de ele dizer que o link está com problema. Seria trágico se não fosse cômico.
Mas o engraçado é que o repórter não sabe nem mentir para os telespectadores, ele fala os blá, blá e depois diz ‘da Delegacia fulano de tal’. O erro está aí, chamadas ao vivo de TV de verdade, não é brincadeira é um trabalho árduo de bastante esforço e o repórter tem uma interação com o apresentador, portanto no final não precisa a identificação do repórter e sim uma deixa de complemento.
Ainda falando do apresentador transitório, é preciso saber que é um desrespeito com o telespectador o apresentador ler de cabeça baixa, pois ninguém têm olhos na testa, por isso existe para TV o chamado e desconhecido teleprompter.
Outro dia vi um repórter falando que dois carros da marca GOL foram encontrados abandonados. Ora! GOL é modelo a marca é Wokswagem. OK?
Complementado a crítica pedagógica, queremos falar do apresentador ou melhor do complicador das terças e das quintas-feiras. Ele conversa com o convidado que participa do programa, olhando para a câmera, cadê a interação?
Blog do Cláudio: http://blogdoclaudiogomes.zip.net/







