
por Elias Martins
Último dia 10.02.2017 ao conferir o demonstrativo de Fundo de Participação dos Municipios – FPM, me deparei com uma informação extremamente preocupante na Prefeitura da Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata.

(Comissionados, Contratos e Eletivos) de Janeiro 2017 (Retenção + Patronal).
GRPS = R$ 748.594,92
Folha Comissionados, Contratos e Eletivos = R$ 2.414.820,00 (aproximadamente)
Custo Comissionados, Contratos e Eletivos = R$ 3.163.414,20 (aproximadamente).
Estranha esta informação, pois a atual administração de Aglailson Junior (PSB) vem afirmando que está empossando apenas o essencial, e que não tem dinheiro para sanar o problema da folha de Dezembro de 2016, apesar de ser esta a posição de Fluxo de Entradas de 01.01 até 10.02:
Esta verba representa o total das RGPS da Prefeitura Municipal de Vitória de Santo Antão.

Estaria a atual administração já passando os pés pelas mãos, e beneficiando o exército de adeptos, em detrimento da regularização dos mais de 1.800 servidores efetivos, que estão sem seus salários de Dezembro já há 37 dias, e com uma proposta de um longo parcelamento só a partir de março?
Lembramos que o ex-prefeito Elias Lira (PSD) entregou a administração com comprometimento de 60,32%. Confirmada essa questão de inchaço de pessoal (Comissionados e Contratos), como se apresenta o débito promovido pela Receita Federal no FPM, 1ª parcela de fevereiro. O atual prefeito pode amargar um índice nunca alcançado pelas administrações anteriores, próximo dos 70%.
Seria terrível para um inicio de gestão.

Por Elias Martins,
consultor de Gestão Pública e Colunista do Blog.







