
por Hely Ferreira
As recentes pesquisas demonstraram uma aceitação bastante significativa em relação à forma com que Pernambuco está sendo administrado, nem por isso, deve ser descartado uma análise mais aguçada da administração.
Qualquer governante facilmente é levado a voar em “céus de brigadeiro”, com um percentual quase que acima do bem e do mal. Mas isso não significa que não há coisas que estejam necessitando de uma introspecção governamental. O secretário de Viena já alertava que se aprende com o passado.
Na vida pública, quem hoje é ovacionado, já foi, ou será, execrado em algum momento de sua trajetória política. É assim que nos ensina os escritos Sagrados: quem muito é dado, muito será cobrado.
Em ano eleitoral quase que de forma incontinente costuma-se tomar decisões dentro do campo da emoção e muito pouco ou quase nada, pelo lado da razão. Assim, passa despercebida que a vida é como uma roda gigante, havendo momentos em que as pessoas estão por cima, e em outros momentos o cenário é totalmente inóspito. Portanto, é bom lembrar dos períodos adversos e aprender que os mesmos não conseguem ser expurgados totalmente da vida terrena.
O quadro que se apresenta até o momento em relação ao Recife, é da impossibilidade dos aliados do Palácio do Campo das Princesas caminharem com as próprias pernas, sem o aval do líder-mor. Mas a fraca aprovação da atual gestão (do Recife), levará por certo a uma acendrada profilaxia eleitoral e o diagnóstico deverá ser rigorosamente seguido por todos da aliança, caso contrário, será visto como alguém que promove cismaquando seus interesses são contrariados.

Por Hely Ferreira,
Cientista Político.






