Um exército de mão de obra equivalente a um terço da população do município de Ipojuca. Será esse o cenário do canteiro de obras da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo de Suape, a partir de maio do próximo ano, quando o empreendimento entra no pico de montagem.
Serão 23.800 operários trabalhando na obra, além de 5.000 nas chamadas oficinas de campo (piteshop), que funcionam fornecendo componentes periféricos para as empresas.
Serão 23.800 operários trabalhando na obra, além de 5.000 nas chamadas oficinas de campo (piteshop), que funcionam fornecendo componentes periféricos para as empresas.
A correria, agora, é qualificar profissionais para atender ao empreendimento. Hoje, categorias profissionais como carpinteiros já estão indisponíveis no mercado.
O assunto foi discutido nesta segunda-feira (5), no Complexo de Suape, por diretores da Petrobras e representantes do governo do Estado, que visitaram as obras da Rnest.
Três programas prometem formar profissionais para atender à demanda: o Plano Setorial de Qualificação (Planseq), o Reforço de Escolaridade e o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).
O caminho para os profissionais interessados em disputar as vagas para a construção e montagem da refinaria é se cadastrar na Agência do Trabalho de Pernambuco, de onde serão selecionados os alunos para os cursos de qualificação. Para o Planseq e o Prominp, a escolaridade mínima exigida é o ensino fundamental II (8ª série).
O caminho para os profissionais interessados em disputar as vagas para a construção e montagem da refinaria é se cadastrar na Agência do Trabalho de Pernambuco, de onde serão selecionados os alunos para os cursos de qualificação. Para o Planseq e o Prominp, a escolaridade mínima exigida é o ensino fundamental II (8ª série).







