VITÓRIANO DOMINGO (24) NA CIDADE DO CABO DE SANTO AGOSTINHO, NO ESTÁDIO GIRLENO DE CARLI O VITÓRIA CONSEGUIU SUA SEGUNDA VITORIA CONSECUTIVA NO CAMPEONATO PERNABUCANO DA SÉRIE A2, APÓS SAIR ATRÁS DO PLACAR O VITÓRIA TEVE FORÇAS SUFICIENTES PARA VIRAR O JOGO E VENCEU O FERROVIÁRIO DO CABO PELO PLACAR DE 3X1 COM OS GOLS ASSINALADOS DO VITÓRIA POR ANDERSON, ARLINDO E ALAN.
ESTREIANDO COM RAÇA NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA O VITÓRIA GANHOU DE GOLEADA EM CIMA DO DECISÃO POR 6 X 1.
1º VITÓRIA 6
2º CABENSE 6
3º MANCHETE 0
4º FERROVIÁRIO 0
5º DECISÃO 0

Primeiro, a empolgação. Logo em seguida, a desconfiança. Pouco a pouco, vieram o sofrimento, o desespero e a agonia. Até que, ontem à tarde (24), ao empatar com o Campinense em 1×1, no Arruda, o sonho de se livrar da Série C foi desfeito, com um gol aos 44 minutos do segundo tempo. E o roteiro sobre a participação do Santa Cruz em Campeonatos Brasileiros deixou de ser um drama, para se transformar em terror. Ao Tricolor, restou apenas a esperança de um milagre para garantir uma vaga na Terceira Divisão do próximo ano, como um dos quatro melhores times entre os que não se classificarem para a próxima fase.
Quanto ao tropeço de ontem – a sétima partida do Santa Cruz sem vencer -, os jogadores, após o apito final, não encontraram palavras para resumir o que havia acontecido. Entretanto, é fácil explicar o empate. Porque os erros cometidos foram os mesmos de toda a campanha na Série C: As finalizações erradas, de uma equipe que demonstrou uma carência gritante nesse fundamento, a falta de volume de jogo, característica de um time sem conjunto, e, por fim, a desatenção. Esta foi a grande causa de mais um vexame coral.
A equipe volta a campo agora no dia 6 de setembro, contra o Salgueiro, no Sertão pernambucano, na rodada de encerramento da Terceira Divisão. Se ganhar, o Tricolor pode, dependendo de uma combinação de resultados, continuar na Série C do próximo ano. No caso de um empate ou uma derrota, o Santa Cruz terá de garantir, no Pernambucano, uma vaga na Série D.
Novamente o Náutico deixou a vitória escapar nos últimos minutos. Porém, desta vez, o futebol demonstrado pelos alvirrubros foi bastante diferente e deixou os torcedores esperançosos para o restante da competição. Jogando com garra, determinação e muita aplicação, o Timbu quase deixou a zona do rebaixamento, ontem à noite (24), nos Aflitos. Mas o Grêmio, atual líder do Brasileirão, conseguiu estragar a festa da torcida, ao conseguir deixar o campo com o empate de 1×1, aos 48 minutos do segundo tempo. Os gols da partida foram anotados por Paulo Santos e Réver.
Apesar de não ter conseguido voltar a vencer dentro do Caldeirão, o Náutico subiu uma posição, e agora está na porta de saída da degola, na 17ª colocação, com 22 pontos. Do lado de cima da tabela, o Grêmio, com 45, manteve a diferença de cinco pontos para o segundo colocado. Na próxima rodada, no Engenhão, o Alvirrubro terá pela frente o Botafogo – que não perde há nove jogos (sete vitórias e dois empates).
Náutico
Sport e Fluminense fizeram um jogo bastante agradável de se ver no último sábado (23). Para os leoninos, ficou a frustração por deixar escapar, nos últimos minutos, a vitória tão bem construída durante o jogo. As alegrias rubro-negras ficaram por conta do retorno de Sandro Goiano, que conseguiu participar dos 90 minutos, e da atuação de Kássio. O jovem meia fez uma das suas melhores partidas, comandando bem as ações ofensivas.
O futebol das duas equipes só engrenou a partir dos 15 minutos. Com uma maior posse de bola, o Leão assustou primeiro, com Sidny, batendo de fora para a defesa de Fernando Henrique. Depois foi a vez de Magrão intervir. Dodô entrou livre na grande área e bateu rasteiro. O goleiro leonino, de forma espetacular, mandou para escanteio.
Pouco depois, veio o lance do gol rubro-negro. Kássio enfiou para Sidny, que foi até a linha de fundo e cruzou na cabeça de Roger. O atacante desviou com precisão para o gol, o seu quarto no torneio. Pressionado pela posição ruim que a sua equipe ocupa na tabela, o técnico Cuca não esperou o intervalo para mexer no time. Ele sacou o volante Maurício, para a entrada do meia-atacante Tartá.
Bola na mão ou mão na bola? A velha questão interpretativa da arbitragem deixou os rubro-negros irritados no último sábado. No final do jogo, muitas queixas contra o juiz Elmo Alves Resende Cunha, de Goiás. Para o zagueiro Igor, um dos que tiveram a visão mais privilegiada do lance, não houve a penalidade. “A gente fica muito chateado com essa situação. Claro que a bola tocou na mão do Sidny, mas não houve intenção. Tanto que o jogador do Fluminense que cabeceou a bola tentou prosseguir normalmente com a jogada”, afirmou o jogador. “Mas na gritaria que alguns atletas deles fizeram, o juiz acabou se assustando e marcando o pênalti”, completou. 
SUSPENSÃO
Fluminense










