Professores das redes públicas participam hoje da Greve Nacional em Defesa do Piso Salarial, que acontecerá em todo Brasil. Na Assembleia Legislativa, às 10h, será lançada a frente parlamentar para implantação do piso no Estado.
Docentes das escolas estaduais recebem o piso, mas o sindicato diz que não houve reajuste do valor, estipulado em março. No Recife, os professores reclamam que o benefício valerá apenas para quem está no início de carreira.
Em Olinda, o assunto não foi discutido.
Em entrevista ao vivo no Programa A VOZ DA VITÓRIA, pela Rádio Tabocas FM (98,5), o diretor do SINPRO/PE – Jackson Bezerra, declarou que esta movimentação incluía também a o posicionamento contra a intenção dos donos dos estabelecimentos de ensino privado que articulam rever alguns acordos trabalhistas, a exemplo da troca do período de férias coletivas dos professores da rede privada. O diretor do Sinpro declarou que esta movimentação relativo ao Piso Nacional dos Professores se faz necessária: “É uma luta além do reconhecimento da função que o professor cumpre na construção de uma educação de boa qualidade, é um compromisso social pela cobrança de uma escola pública de qualidade e vetora do desenvolvimento social brasileiro”, destacou Jackson.
Para a representante Regional do SINTEPE (Sind. dos Trab. em Educação do Estado de PE), Profa. Clícia Roberta, os governos e inúmeras prefeituras não estão cumprindo o valor básico do piso nacional conforme Lei aprovada pelo Congresso, ano passado. “Há uma junção de gratificações que somadas, chegam ao valor do piso, porém não acontece o cumprimento como a Lei exige. A nossa luta hoje é pela praticidade da Lei. E o Supremo Tribunal Federal (STF) publicará um parecer sobre a questão e aguardamos que esta seja pela orientação de cumprimento à Lei pelos senhores prefeitos e governadores”, ressaltou.







