Em uma semana movimentada na Câmara de Vereadores da cidade de Pombos, os parlamentares reunidos na última terça em sessão extraordinária, apreciaram o Projeto de Lei que institui o Piso Salarial dos Professores da rede municipal de ensino.
A proposta já vinha se arrastando a muito tempo, contudo há alguns dias, o Sindicato dos Professores de Pernambuco (SINPRO), com a representação dos profissionais e do Prefeito Josuel Vicente (PSDB), chegaram a um acordo junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). O prefeito acabou fixando que efetuaria o congelamento das gratificações dos profissionais da educação até dezembro deste ano e se comprometeu pagar o piso salarial nacional da categoria. Com a chegada da proposta no Legislativo, porém, o texto não determinava o tempo, deixando o entendimento de que seria por tempo indeterminado que estaria congelado as gratificações e outros benefícios dos servidores, o que acabou indignando os educadores.
Liderados pela oposição na Câmara, composta por apenas dois parlamentares entre os onze – Daniel da Igreja (PRB) e Beto da Ambulância (PR), ambos ainda ganharam a adesão da vereadora da situação Professora Margarida (PSDB), ligada aos interesses dos professores.
O teor do Projeto de Lei terminou alterado e aprovado, embora o Prefeito Josuel detenha maioria na Casa. A professora Margarida apresentou uma proposta de emenda ao texto estabelecendo uma data limite pela qual os professores teriam suas gratificações congeladas. O caso rendeu-lhe uma derrota na Câmara sob o placar de 6 votos a 5. Apoiou também a proposta os vereadores Saulo de Davi (PR), Edinho do CD (PSL), e Baibado da Fruta (PTC). Votaram contra a emenda, os vereadores Luiz Baé (PTB), Pirraia do Feijão (PR), Ronaldo do Caminhão (PDT), e o recém empossado Vereador Aglaílson da Carne (PT).
Esta sessão foi conduzida pela Presidente da Câmara, Neide de Roque (PMN), que exerce também a função de líder do Governo na Casa.
com informações de Jairo Rubens







