Os professores das Universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e da Federal Rural (UFRPE) decidem hoje se deflagram ou não greve. Às 9h30, no auditório do Centro de Tecnologia e Geociência, os docentes da UFPE fazem uma assembleia e, às 14h30, no Espaço de Cultura e Lazer Arthur Lapa, os professores da UFRPE debatem e votam o assunto. Em caso de aprovação, a paralisação começa na próxima quinta-feira. Na pauta de reivindicações, melhorias salariais, de trabalho e retomada nas negociações com a União.
Reivindicações – A pauta dos docentes, em resumo, pede condições de trabalho e reestruturação da carreira, qualidade da educação pública federal e da carreira dos professores federais. Os professores reivindicam a defesa do caráter público da universidade; condições de trabalho; autonomia; reestruturação da carreira e valorização salarial de ativos e aposentados, e a retomada das negociações com o governo. Também pedem a reversão dos cortes no orçamento e ampliação de investimento nas instituições. Os docentes lutam contra a contratação via Organizações Sociais e a terceirização no serviço público.
Sindicato Nacional – Na reunião do setor das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) realizada no dia 16 de maio em Brasília, das 43 seções sindicais do Sindicato Nacional (Andes-sn) presentes, vinte e cinco foram favoráveis à deflagração da greve a partir do dia 28 de maio. A Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Federal do Pará (UFPA) já aprovaram greve a partir do dia 28.








