Com informações da Folha PE
O número de pessoas que dependem dos planos de saúde no Brasil é cada vez maior. Atualmente, cerca de 64 milhões de pessoas utilizam o serviço no País. Com o aumento na quantidade de serviços prestados, cresce também o número de queixas contra as operadoras responsáveis pelos planos. De acordo com o Procon-Recife, o aumento abusivo, o ajuste de preço e a demora na marcação de consultas são as queixas mais registradas no órgão.
Uma dica importante na hora de escolher os planos de saúde é comparar os preços para escolher a empresa que oferece a melhor relação custo/benefício. “Às vezes o plano de saúde tem uma parcela pequena, mas ele é cheio de restrições. Então, vale a pena avaliar os serviços e a rede de médicos conveniados para ver se o preço vale a pena”, observou a diretora do Procon-Recife, Cleide Torres.
Para evitar problemas, os consumidores precisam estar atentos às cláusulas do contrato, guardar a segunda via e verificar se a operadora possui registro na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “A leitura do contrato e, principalmente, as restrições, costumam pegar as pessoas de surpresa”, comentou a diretora do Procon-Recife. Além do Código do Consumidor (Lei 8.078/90), o usuário dispõe de legislação reguladora de conduta para as empresas de saúde. Caso se sinta lesado, ele deve procurar órgãos como o Procon.
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