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Prefeitura resgata tradições nas comemorações do 3 de Agosto

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No feriado municipal de 03 de agosto, a Cidade de Diogo de Braga comemorava 364 anos da Batalha travada no Monte das Tabocas, acordada pelo bimbalhar dos sinos que tocaram simultâneamente nas igrejas de nosso Município, pelo qual a população saiu às ruas para festejar essa importante data cívica.

Anunciada por uma intensa girândola a Cidade contou com uma vasta programação cultural. Lá na Estação da Cultura foi dada à largada da Corrida em direção ao Monte das Tabocas, inovada pela competição este ano com a categoria feminina que participou pela primeira vez da festividadeAdicionar imagem.

Abrindo a parte cívica das comemorações houve um encontro solene com populares na Praça do Anjo que contou com a presença de autoridades locais e convidados de outros municípios.


Com a participação do Tiro de Guerra 007/04, ainda da Banda Marcial Três de Agosto, Grupo Desbravadores e Aventureiros, alunos e professores da rede de ensino da Vitória foi executado os hinos Nacional brasileiro e da Cidade da Vitória de Santo Antão enquanto as autoridades presentes hasteavam as bandeiras do Brasil, Pernambuco e da Cidade.

Após as solenidades cívicas houve a saída da procissão com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, que foi conduzida por uma viatura do Corpo de Bombeiros percorrendo as principais ruas da Cidade, com mudança do trajeto pelo bairro do Cajá até o Monte das Tabocas, sendo recepcionada por centenas de pessoas que aguardavam ansiosamente a chegada da mesma que foi recebida com muita fé embalada pela Banda de Música do Comando Militar do Nordeste – CMNE, do qual participou da solenidade alusiva a Batalha do Monte das Tabocas.

Após a solenidade de Hasteamento das Bandeiras, dessa vez no Monte, houve a Missa em Ação de Graças pela vitória dos Lusos Brasileiros na Batalha das Tabocas terminando com apresentações de grupos religiosos e de MPB.

A parte profana da festa contou com apresentação de shows acústicos com artistas da terra, bem como de apresentações de grupos de dança, barracas de artesanato e uma praça de alimentação onde a população provou de comidas e bebidas típicas, sempre a sombra de frondosas e seculares árvores que foram testemunhas do acontecimento histórico.


Por Orlando Leite.