
A rejeição das contas de 2013 da Prefeitura de Moreno pela Câmara Municipal de Moreno foi uma manobra política arquitetada pelo presidente da Casa, vereador Admilson Barbosa, disparou na última sexta-feira (04/03), o prefeito de Moreno Dilsinho Gomes (PSB). “Tudo não passou de uma manobra política desprezível, uma vez que o próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE) recomendou a aprovação das contas”, disse o prefeito, acrescentando que a intenção clara foi prejudicar a gestão.
Dilsinho lembrou que o TCE, além de ter recomendado a aprovação, também não admite reprovação de contas por vereadores sem sustentação de motivos, o que foi o caso. “O parecer do TCE, órgão responsável pelo controle e fiscalização, dotado de corpo técnico vasto e experiente, recomendou a aprovação das contas da gestão, o que demonstra que temos agido com seriedade, o que não foi o caso do presidente da Câmara de Moreno”, acusou o prefeito.
Ele acrescentou que o vereador Admilson Barbosa vem cometendo uma série de irregularidades na condução da Câmara de Moreno, a exemplo da falta de recolhimento das contribuições previdenciárias dele mesmo e da própria Câmara de Vereadores, fato atestado como improbidade administrativa e apontado pelo próprio TCE no processo nº 15.100.292-7. E que a Câmara Municipal de Moreno também possui uma enorme dívida com a Receita Federal que, até janeiro de 2016, soma mais de R$ 716 mil.
“Essa dívida enorme, que é de responsabilidade do presidente da Câmara, onde foi parar esse dinheiro?”, questionou o prefeito, acrescentando que o prejuízo está sendo assumido pela população, porque o dinheiro desviado está sendo descontado do FMP (Fundo de Participação dos Municípios). “Esse desmando na Câmara só causa prejuízo à população, porque deixamos de investir esse dinheiro em ações para a cidade”, disparou o prefeito.
Já a gestão de Moreno, acrescentou o prefeito Dilsinho Gomes, teve recomendação de aprovação das contas pelo TCE porque “liquidou as dívidas de folhas de pagamento deixadas pela administração anterior, quitou débitos com bancos, Receita Federal, INSS, e conquistou sua regularidade no CAUC (uma espécie de SPC Serasa da administração pública)”.
Dilsinho Gomes disse que medidas jurídicas cabíveis já estão sendo providenciadas em relação à referida votação, “um objeto claro de manobra política por parte da presidência” da Casa Legislativa da cidade.
com informações da Assessoria







