Um posto que vendia combustível adulterado foi fechado em Vitória de Santo Antão, de acordo com a polícia, no local havia um tanque clandestino com mais de 62% de álcool adicionado à gasolina – quando o máximo permitido é 25%.
O piso onde estava localizado o tanque foi destruído pela polícia.
De acordo com a polícia, o dono do estabelecimento, Leonardo Miranda de Melo, que está foragido, controlava a saída da gasolina irregular por meio de uma chave instalada no escritório. Além disso, o óleo diesel vendido no posto também era adulterado. O proprietário do posto comprava diesel marítimo, mais barato e de cor mais clara e adicionava ao produto pó coloral, usado para temperar alimentos. O coloral deixava o diesel com um tom escuro.
A mistura era vendida como se fosse combustível comum. O fechamento do posto foi uma ação conjunta entre a Sefaz, a Agência Nacional de Petróleo, a Delegacia de Crimes Contra a Ordem Tributária e Instituto de Criminalística.






