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Recife

Polícia Civil já tem suspeito do assassinato do proprietário de um bar em Vitória

  • Lissandro Nascimento
Polícia Civil já tem suspeito do assassinato do proprietário de um bar em Vitória
Vava do Bar

Vava do Bar faleceu no Hospital da Restauração na segunda-feira de Carnaval. O comerciante transitava bem em todos os segmentos sociais. Foto: Divulgação

Comerciante bastante popular em Vitória de Santo Antão, Valdemir Rufino de Farias, de 46 anos, não resistiu após dois dias de ter sido alvejado por tiros e acabou falecendo no Hospital da Restauração, no Recife. A equipe médica chegou a estimular o coma induzido na vítima, na esperança de aguardar a sua estabilização, para que assim, houvesse condições de levá-lo até a sala de cirurgias. Contudo, apesar de ter apresentado sinais de sentido quando estimulado, ele não resistiu e veio a óbito no final da tarde da segunda-feira de Carnaval (16). Quanto ao crime, a Polícia Civil já dispõe de uma linha de investigação.

Esta investida criminosa se deu nas primeiras horas da manhã do último sábado (14), dentro do bar onde o mesmo comercializava na Rua Bacharel Mário Castro, no Bairro do Jardim Ipiranga, em Vitória. Ele chegou a dar entrada no setor de Emergência do Hospital João Murilo de Oliveira, seguindo logo após até a Restauração em razão da gravidade dos seus ferimentos, os quais foram causados por dois disparos de arma de fogo na região da cabeça. Um dos tiros foi certeiro no olho do comerciante.

Delegado Halisson PontesSegundo o inquérito policial, Vava do Bar – como era conhecido, preparava petiscos no seu estabelecimento comercial, quando foi surpreendido por homens que o alvejaram abruptamente. Uma equipe do DEIA manteve-se de plantão desde então na busca pela elucidação do crime e já aponta um suspeito.

Segundo o Delegado Halisson Pontes, do 1º Núcleo de Homicídios da Delegacia Seccional da Vitória, a equipe elucidou as motivações e a autoria do assassinato de Vava do Bar. A Polícia Civil ainda não pode adiantar oficialmente estas informações, a fim de não prejudicar o andamento das investigações. O que se confabula, extra oficialmente, é de que o mandante reside em Recife e este comercializa com empréstimos financeiros.