Visitas: 4

A Voz da VitóriaA Voz da Vitória

Pierre Lucena e Anísio Brasileiro estão empatados em pesquisa da Contexto para reitor da UFPE

  • A Voz da Vitória

Pierre conta com o apoio deste Blog



Pesquisa de intenção de votos para reitor da UFPE realizada pela Contexto Estratégias Política e de Mercado apontou os candidatos Anísio Brasileiro e Pierre Lucena em situação de empate.
O levantamento foi realizada entre os dias 22 e 23 de março, com 843 questionários, em parceria com o Núcleo de Estudos Estratégicos de Política Eleitoral da UFPE, envolvendo professores, servidores e estudantes O primeiro turno acontecerá no dia 26 de abril e, o segundo, no dia 5 de maio.
Disputam o cargo de reitor o coordenador do curso de Administração Pierre Lucena, o pró-reitor Anísio Brasileiro e o atual vice-reitor Gilson Edmar. A eleição é paritária e, no cômputo geral da pesquisa, Anísio Brasileiro e Pierre Lucena aparecem empatados com 30% das intenções de voto, cada. O candidato Gilson Edmar tem 11%.
Esta é a segunda pesquisa para reitor da UFPE. A primeira foi realizada pelo Instituto Maurício de Nassau, em dezembro do ano passado, e apontou Anísio Brasileiro com 23%. Pierre Lucena apareceu com 13% e Gilson Edmar com 12%.
Segundo a assessoria da Contexto, chamou atenção dos pesquisadores o expressivo crescimento do candidato Pierre Lucena (foto) entre os três segmentos da UFPE. Na média geral, diz ela, o crescimento do coordenador do curso de Administração foi de 17%.
Especificamente entre os professores, as intenções de voto para Pierre Lucena dobraram, subindo de 13% para 26%. Entre os técnicos-administrativos, Pierre passou de 10,5% para 23% e, entre os estudantes, de 14,7% para 41%.
Anisio Brasileiro, de acordo ainda com a assessoria da Contexto, também apresentou crescimento em comparação com a sondagem anterior, mas seu desempenho em termos percentuais foi menor. Saiu de 34,7% para 38% entre os professores, de 11,5% para 21% entre os estudantes e de 20,6% para 31% entre os técnicos administrativos.
Gilson Edmar manteve-se estável. Entre os professores tinha 11,9% e foi para 12%; nos alunos oscilou de 8,6% para 8% e,, entre os técnicos, caiu de 16% para 13%.

(Blog de Inaldo Sampaio).