“Tivemos a preocupação de fazer essa pesquisa para verificar o comportamento dos habitantes da Região Metropolitana do Recife. Cabe lembrar que dos medos que foram pesquisados nós retiramos o medo da violência e do desemprego, que são devidos a causas socieconômicas, e pedimos para que os entrevistados citassem apenas medos relacionados a coisas do cotidiano, como altura ou insetos, ou sentimentos, como a morte e a solidão, por exemplo”, destacou Carvalho.
Dentre os medos de coisas mais “concretas” destacam-se os de cobras e ratos e de altura, respectivamente com 19,21% e 17,10% das respostas. As cobras e os ratos são o maior medo das mulheres, enquanto os homens temem mais a altura – as duas opções trocam de lugar quando se compara ambos os sexos. Em contrapartida, 27,84% dos pesquisados afirmaram não ter medo de nada.
Uma constatação alarmante do estudo conduzido por Uranilson Carvalho é de que apenas 0,45% dos entrevistados que têm medo buscam um tratamento para vencer suas fobias.







