A audiência – que será estendida por três dias – está sendo contestada pelo Partido Democratas, cujos integrantes estão questionando o formato planejado. Sob a esdrúxula alegação de que as pessoas convocadas pelo ministro para debater a temática, de forma a dar mais subsídios aos demais ministros do STF para julgarem as ações, são majoritariamente a favor das cotas.
A outra ação é um Recurso Extraordinário (RE) 597285, interposto por um estudante que se sentiu prejudicado pelo sistema de cotas adotado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Nossa vigília tem a missão de demonstrar a indignação contra a posição do Partido Democratas, que está gerando protestos também em outros Estados. Isso porque o DEM não apenas põe em questão a conduta do ministro Lewandowsky, como também vem acusando injustamente o ministro da Secretaria da Igualdade Racial, Edson Santos, de tentar desqualificar as pessoas contrárias às cotas.
O ministro Lewandowsky já deixou claro que não vai haver desequilíbrio porque uma audiência vai ouvir representantes do Estado, que, para ele, não tem lado. Por outro lado, dará a palavra a reitores das universidades; e uma terceira, a pessoas contra e a favor da política. Portanto, segundo o ministro, os dois lados terão pesos iguais.
O movimento pela igualdade racial de Pernambuco é a favor da manutenção do sistema de cotas, que tantas portas têm aberto a estudantes de todo o país. Injusta é a situação que milhões de irmãos negros ainda passam no país em função do preconceito racial.
deputado estadual pelo PT, escreve para o Blog todas às terças-feiras.








