A celebração da Páscoa é uma tradição mitológica e mística que precede o Judaísmo e o Cristianismo. Trata-se de um acontecimento histórico e a festividade deveria ser sempre no mesmo dia, assim como o Natal. Mas essa data é móvel, sendo determinada anualmente por ocorrências astrológicas e astronômicas, de acordo com um sistema pagão muito antigo. Atualmente, nem sempre a Páscoa Judaica coincide com a Páscoa Cristã. As atuais datas dos dias Santos e celebrações religiosas quase sempre são fixadas em datas de antigas festividades pagãs. Com interpretações novas, originais, mas puramente arbitrárias. Os ocultistas têm procurado alertar o que consideram erros das diversas igrejas. Mas, a festividade que é sempre celebrada ano após ano, milênio após milênio, acaba por tornar-se sagrada, ocasionando uma data especial suficiente para representar a própria celebração. No Ocidente a Páscoa Cristã tem sido comemorada em homenagem à Ressurreição de Cristo. De acordo com a Teosofia, a palavra “avatar” significa literalmente: “descendo de muito longe.” A raiz AV transmite o que se pode chamar de: “proteção vinda do alto.” Portanto, Ave Maria ou Ave César tem o significado de saudação para aquele que desce, com a aprovação da fonte que provém para beneficiar o lugar aonde chega. Cristo é chamado de “O Avatar do Amor”. Sua morte representou o sacrifício pela humanidade e Sua ressurreição à prova de sua natureza divina. Morte e Ressurreição
Para quem estiver interessado em saber quais são os 12 caminhos que conduzem o Filho do Homem à Quinta Iniciação, aqui vai:
I Estação – Jesus é condenado à morte – Por sentença de Pilatos, Ele foi despido, preso a uma coluna, açoitado com rigor, escarnecido, vestido com zombaria e finalmente coroado com espinhos;
II Estação – Jesus toma a Cruz aos ombros – Puseram sobre seus ombros magoados e ensangüentados o pesado lenho da cruz, com a qual Ele seria crucificado no Calvário;
III Estação – Jesus cai pela primeira vez – Fatigado, enfraquecido pela perda de sangue, pela flagelação e pela coroa de espinhos, cai sob o peso da cruz;
IV Estação – Jesus encontra sua aflita mãe – As mulheres haviam contado à sua mãe, que o Filho estava sob o julgo de seus terríveis algozes. Maria sai à sua procura e O encontra em terrível estado;
V Estação – Simão Cirineu ajuda Jesus a levar a cruz – Obrigam Simão a ajudar, não por piedade, mas por medo que Ele não agüentasse vivo até seu destino final;
VI Estação – Verônica enxuga o rosto de Jesus – Ela rompe a fileira das multidões e o enxuga em um lenço, onde fica estampada sua face em dor;
VII Estação – Jesus cai pela segunda vez;
VII Estação – Jesus cai pela terceira vez;
VIII Estação – Jesus aconselha as mulheres de Jerusalém – As mulheres piedosas começam a chorar e bondosamente Jesus recomenda: Não choreis por mim, mas por vós e por vossos filhos;
IX Estação – Jesus é despojado de suas vestes;
X Estação – Jesus é pregado na cruz – Com fortes pancadas de martelo, cravam pregos em suas mãos e pés, rasgando suas carnes, deslocando seus ossos, esgotando-lhe as forças;
XI Estação – Jesus morre na cruz;
XII Estação – Jesus é descido da cruz;
Finalmente a Páscoa da Ressurreição!!!






