Segundo o ministro, seriam distribuídos 11 milhões de aparelhos pré-pagos, que teriam em conta um bônus mensal de R$ 7.
O programa, segundo Costa, custaria às empresas de telefonia R$ 2 bilhões, investidos em um período de dois anos. Para compensar esse custo, o governo abriria mão do recolhimento do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) sobre esses celulares.
As operadoras recolhem anualmente para o Fistel R$ 13,42 relativos a cada celular em funcionamento e mais R$ 26,83 na habilitação de cada novo telefone móvel. A princípio o programa prevê, segundo Costa, um celular por família.
(Folha de Pernambuco).






