
(Foto: Vitor Tavares / G1)
PERFIL Ex-senador Ney Maranhão é um dos brasileiros mais respeitados no país do dragão
A primeira vez que o ex-senador pernambucano Ney Maranhão pisou na China foi em 1979. Naquele ano, o país mal tinha começado seu processo de abertura econômica comandado por Deng Xiaoping (o arquiteto do milagre chinês).
Com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 263 bilhões no final daquela década, nem o mais auspicioso economista poderia arriscar que a nação asiática fosse se transformar na segunda maior economia mundial em 2015, com um PIB de US$ 11,6 trilhões. Da visita que fez à China, o então deputado Federal voltou com ideia fixa de reforçar as relações sino-brasileiras, antevendo o poderio econômico do gigante amarelo.
“Naquela época, meus colegas do Congresso disseram que estava doido. Brincavam comigo falando que chinês servia pra lavar roupa (numa referência às lavanderias asiáticas). Depois de voltar da China, no final de 1979, fui considerado elemento deletério perigoso para a segurança nacional e cassado pela ditadura militar no Brasil. Passei 11 meses preso, mas mantive o interesse de aproximar o Brasil da China quando voltasse à política”, conta. E cumpriu a promessa…
“Ele anteviu o poder chinês”, é a matéria especial no Jornal do Commercio. Confira AQUI.







