
(Presidência da Mesa Diretora do legislativo municipal é alvo de batalha judicial. Foto: Reprodução da internet).
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) abriu inquérito para apurar uma denúncia em mais um capítulo dos conflitos na Câmara de Vereadores de Gravatá. O MPPE recebeu a informação de que sumiu de tudo da Câmara – de celulares, chips telefônicos, ar-condicionado e mobília (mesas e armários) até documentos e contratos importantes referentes aos anos de 2011 e 2012.
Reeleito para a presidência da Mesa Diretora da Casa pelo segundo biênio consecutivo, o vereador Pedro Martiniano (PRB) tem a presidência sob uma guerra judicial. Mas foi ainda no ano passado que a própria Câmara de Gravatá, através do ofício 194/2014 ao Ministério Público, denunciou o sumiço dos equipamentos, aparelhos e documentos, durante a presidência do vereador Junior de Paulo (PRP).
A abertura do inquérito civil consta na portaria 008/2015 da 1ª Promotoria de Justiça de Gravatá, publicação veiculada no Diário Oficial do Estado do último dia 2 de abril, que circulou de fato apenas nesta segunda-feira (6). Além dos trâmites burocráticos normais, a Promotoria determinou a “efetivação urgente das diligências necessárias” para apurar as denúncias.
De acordo com o MPPE, teriam desaparecido especificamente:
- condicionador de ar
- lavadoura
- mesas
- armário
- gaveteiro
- aparelhos celulares
- câmera fotográfica
- aparelhos “no-break”
- chip de linha telefônica celular
- pastas contendo documentação sobre despesas, contratos e licitações de 2011 e 2012
O caso será apurado pela promotoria criminal de Gravatá.
Da Coluna Pinga Fogo, do Jornal do Commercio







