Diante do aumento da violência no município de Glória do Goitá, na Zona da Mata pernambucana, os moradores da cidade saíram às ruas, na tarde de ontem, para pedir paz. A manifestação, organizada pela Paróquia de Nossa Senhora da Glória, teve início às 15h, em frente à igreja matriz. Usando camisas brancas e segurando faixas, centenas de pessoas circularam pelas principais ruas do município.
Dois trios elétricos acompanharam o protesto, que teve como principal objetivo chamar a atenção das autoridades para a questão da segurança pública. De acordo com os moradores da cidade, o número de assaltos, furtos e arrombamentos aumentou nos últimos meses. Segundo eles, apenas três policiais militares fazem a segurança na cidade.
Dois trios elétricos acompanharam o protesto, que teve como principal objetivo chamar a atenção das autoridades para a questão da segurança pública. De acordo com os moradores da cidade, o número de assaltos, furtos e arrombamentos aumentou nos últimos meses. Segundo eles, apenas três policiais militares fazem a segurança na cidade.
A manifestação também deu início à campanha A Paz é a Gente que Faz, da Secretaria Municipal de Educação. O projeto, que começa a partir de hoje, tem como objetivo realizar seminários sobre o tema nas escolas da cidade. Autoridades da região, entre elas o prefeito Djalma Paes, participaram do evento.
No fim da caminhada, do Centro do município até a PE-50, uma missa campal foi realizada na praça de eventos. Essa é a terceira vez que a Paróquia de Nossa Senhora da Glória realiza uma caminhada pela paz na cidade. Esse ano, camisas brancas com a frase “Glória pede paz” foram vendidas e o dinheiro arrecadado será destinado à paróquia e ajudará a cobrir os custos do evento.
O padre João Ribeiro, um dos organizadores da manifestação, destacou a importância do protesto para acender a cultura de paz entre os moradores de Glória do Goitá. “Essa manifestação está iluminada pela Campanha da Fraternidade deste ano, que versa sobre a segurança pública. Infelizmente, a violência está muito presente em nossas vidas e precisamos dar um basta nisso”, afirmou.
(Jornal do Commercio).
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