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Monitorando o cenário sócio-econômico

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Ao tempo em que o Brasil vive uma nova fase de progresso e desenvolvimento, se consultarmos os classificados dos principais jornais do País, veremos que quase todas as ofertas de emprego, mesmo para estágio, exigem qualificação e experiências prévias.
Quando se trata de estágios que afetam diretamente os jovens, a situação é especialmente complicada, pois ninguém nasce sabendo, bem como estes ainda não dispõem de experiência de uma profissão para a qual ainda se está formando.

Esse sistema cria uma barreira, quase intransponível, para boa parte dos estudantes que querem ingressar no mercado de trabalho. É que não há como chamar de justa uma sociedade que não busca incessantemente gerar oportunidades de emprego e trabalho para todos os seus. Não quero aqui determinar que cabe tão somente aos governos a estimulação direta da criação de empregos, nem muito menos empregar todo o mundo no serviço público. Cabe ao Estado, sim, a implementação de políticas públicas que permitam o crescimento econômico com a inclusão e a geração de postos de trabalho instigando os setores produtivos de nossa economia.

Tal pretexto em gerar a omissão pelo Estado deste seu papel social, que teoricamente seria da consolidação de uma economia soberana, sinaliza, como já tivemos em períodos anteriores, a situação de prejuízos aos jovens e ao País, que costuma agravar ainda mais, nossos desequilíbrios sociais. Se faz necessário avançar as conquistas atuais do governo brasileiro e permanecer vigilante pelo caminho do desenvolvimento e soberania nacional.


por Anne Silva,
é secretária de organização da UJS.

P.S.: Quero reforçar o convite aos jovens da Vitória para a Plenária Municipal da UJS que aprovará sua Plataforma de Propostas a ser entregue aos candidatos a Prefeitura Municipal.
Neste domingo (10), a partir das 09:00 h. manhã, Esc. Pedro Ribeiro – na Matriz.