A mobilização aconteceu na manhã desta terça-feira (07). De acordo com os organizadores, a MARCHA PELA EDUCAÇÃO contou com a participação de mais de dois mil alunos da rede estadual de ensino.
O objetivo principal do movimento formado também por funcionários e professores é cobrar a aplicação do reajuste salarial de 13,01% em toda a categoria, melhorias nas condições de infra-estrutura de algumas escolas, como explica o Professor Manoel Albuquerque. “O Governo Federal Liberou o piso nacional de salário em torno de 13,01%, o governo estadual intransigente negou o direito a liberação para toda categoria, liberando apenas para 4.500 professores de nível magistério que já está se extinguindo. Então, não é justo que o Governo Estadual faça retaliação da nossa categoria, precisamos dar um basta, foram 27 deputados que votaram à favor do governo, negando a liberação do piso nacional de luta”, destacou o professor.
Em passeata os participantes seguiram pelas principais ruas do centro da cidade e a primeira parada aconteceu em frente a Escola de Referência em Ensino Médio – EREM – Devaldo Borges onde tentaram sem êxito conversa com o gestor da unidade de ensino. Segundo um funcionário, o gestor estava numa reunião administrativa e impossibilitado de atender os integrantes da mobilização. Do lado de fora, o Nadjaêncio Coelho foi hostilizado com gritos de repúdio.
A mobilização contou com alunos da Escola Técnica Estadual (ETE), Aarão Lins da Andrade e Escola de Referência em Ensino Médio – Professor Antônio Farias – EREMPAF. A movimento chegou ao conhecimento do Governo Estadual e do próprio Secretário de Educação que deve encaminhar para as unidade de ensino representantes da Gerência Regional de Educação – G.R.E – Mata Centro, para acompanhar de perto as dificuldades encontradas nas escolas participantes. O Sindicato Estadual dos Professores deve também se manifestar quanto ao apelo feito pelo corpo docente e discente, respectivamente.
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