Presidência da República confirmou reajuste por meio de medida provisória, o que beneficiará cerca de 800 mil funcionários em todo o País
Finalmente, os 800 mil servidores do governo federal podem comemorar o plano de reajuste salarial das 17 categorias, com previsão de execução entre os anos de 2008 e 2011. Ontem, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a medida provisória (MP) concedendo o aumento salarial do grupo que varia de 11,05% a 137,28%, com aplicabilidade para os próximos quatro anos.
Outro alívio para os funcionários é o fato de a Presidência ter optado pela formatação de MP e não um projeto de lei, o que terminaria por retardar a aplicação das medidas, tendo em vista que dependeria da votação do Congresso para entrar em vigor.
O impacto imediato com os aumentos é de R$ 8 bilhões e teve em uma outra MP, assinada também pelo presidente Lula, com a dotação orçamentária extraordinária. As medidas serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (15). Na Casa Civil, os técnicos, ainda ontem à noite (14), não sabiam informar detalhes do texto, tais como se o aumento será retroativo ao início do mês.
Além da MP do reajuste para os cerca de 800 mil servidores, o presidente também colocou um ponto final na espera daqueles ligados às Forças Armadas, assinando outra MP para reajustar os salários da categoria. Ontem, de Brasília, o secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco (SINDSEP), Irineu Messias, explicou que todas as mobilizações que haviam sido programadas para o dia foram canceladas diante da expectativa de assinatura, algo que se confirmou durante a noite. “Integrantes da Secretaria de Recursos Humanos já haviam nos dado essa garantia”, dizia ele, bem mais aliviado. A pressão no Distrito Federal no dia de ontem foi grande, com entidades de todo o País enviando representantes para esperar pela definição do governo federal. Os servidores haviam projetado para o Dia do Trabalhador, no 1º de maio, a comemoração do majoramento, algo que não aconteceu e serviu apenas para acirrar os ânimos entre a categoria e o comando federal.
Na longa lista de classificação de aumentos estão servidores ligados ao plano geral, com altas de 27,1% a 106,1% entre este ano e 2011, os que atuam nos Ministérios da Saúde, da Previdência e do Trabalho, com revisão entre 37,2% e 137,2% até 2011, e os dos hospitais das Forças Armadas, com variação de 13,3% e 82,4%, por exemplo. O anúncio do aumento foi feito no dia 17 de março passado, pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e até agora os servidores aguardavam a concretização das medidas. (Jornal do Commercio).
O impacto imediato com os aumentos é de R$ 8 bilhões e teve em uma outra MP, assinada também pelo presidente Lula, com a dotação orçamentária extraordinária. As medidas serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (15). Na Casa Civil, os técnicos, ainda ontem à noite (14), não sabiam informar detalhes do texto, tais como se o aumento será retroativo ao início do mês.
Além da MP do reajuste para os cerca de 800 mil servidores, o presidente também colocou um ponto final na espera daqueles ligados às Forças Armadas, assinando outra MP para reajustar os salários da categoria. Ontem, de Brasília, o secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco (SINDSEP), Irineu Messias, explicou que todas as mobilizações que haviam sido programadas para o dia foram canceladas diante da expectativa de assinatura, algo que se confirmou durante a noite. “Integrantes da Secretaria de Recursos Humanos já haviam nos dado essa garantia”, dizia ele, bem mais aliviado. A pressão no Distrito Federal no dia de ontem foi grande, com entidades de todo o País enviando representantes para esperar pela definição do governo federal. Os servidores haviam projetado para o Dia do Trabalhador, no 1º de maio, a comemoração do majoramento, algo que não aconteceu e serviu apenas para acirrar os ânimos entre a categoria e o comando federal.
Na longa lista de classificação de aumentos estão servidores ligados ao plano geral, com altas de 27,1% a 106,1% entre este ano e 2011, os que atuam nos Ministérios da Saúde, da Previdência e do Trabalho, com revisão entre 37,2% e 137,2% até 2011, e os dos hospitais das Forças Armadas, com variação de 13,3% e 82,4%, por exemplo. O anúncio do aumento foi feito no dia 17 de março passado, pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e até agora os servidores aguardavam a concretização das medidas. (Jornal do Commercio).






