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Leitora do Blog levanta preocupação

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Recebemos hoje (07) um e-mail de nossa leitora Mônica Pimentel a qual descreve fatos suspeitos ocorridos nas filas das 018ª e 102ª zonas eleitorais do nosso Município. Como nesta quarta-feira foi o último dia para resolver as pendências relativas ao Título de Eleitor, ela nos submete a seguinte preocupação, leia o e-mail na íntegra:
“Hoje (07/05) último dia para regularização com a justiça eleitoral, gostaria de fazer uma pergunta, porque desde o dia 05/05 que passo pela rua do cartório eleitoral e o que mais me impressionou não foi a fila grande, mas a quantidade de pessoas que são empregados da prefeitura através de contrato, que se encontravam na fila organizando, falando com as pessoas da fila, gesticulando muito. Será que vai acontecer o fenômeno da última eleição para prefeito onde um candidato ganhava e de repente se abrem as urnas da localidade de Ladeira de Pedra e há aquela reviravolta com mais de 5.000 votos na região citada.
Em Petrolina um político usava um ônibus para transportar pessoas para o cartório eleitoral, mas lá há justiça e o carro foi apreendido e o fato será investigado. Pergunto ao Blog, aguardo resposta no Blog. Até mais!”

REPRODUZIMOS ADIANTE A MATÉRIA A QUAL ELE MENCIONOU:

Ministério Público suspeita de crime eleitoral em Petrolina

O Ministério Público e a Polícia Militar flagrou, na noite da última terça-feira (6), dois ônibus levando moradores da zona rural de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, até o centro do município para regularizar o título de eleitor.
O primeiro transporte coletivo foi abordado no centro da cidade, depois que o promotor eleitoral Gustavo Tourinho recebeu uma denúncia anônima de que cabos eleitorais estariam arregimentando eleitores para tirar o título ou transferir o domicílio eleitoral. “Esse pessoal foi arregimentado por determinado cabo eleitoral, prestando interesse a algum candidato daqui de Petrolina”, disse o promotor.
O motorista do ônibus, Jonivaldo Macedo, negou que estivesse trabalhando com fins eleitoreiros e disse que cada passageiro pagou R$ 20,00 para fazer a viagem de ida e volta. “Na verdade, não foi isso que aconteceu. Eu vim porque no interior não tem nenhuma empresa que faz transporte”, disse.
O valor informado por ele, no entanto, foi diferente do que os próprios passageiros afirmaram. Eles disseram que pagaram R$ 5,00 para fazer o trajeto de ida ao cartório eleitoral e mais R$ 5,00 para voltar para casa.
Uma segunda suspeita de transporte irregular de eleitores foi registrada no mesmo dia. Desta vez, no Distrito de Izacolândia, onde cerca de 80 pessoas aguardavam um ônibus num posto de gasolina. O agricultor Francisco de Souza, integrante do grupo, irritou-se quando foi perguntado se algum cabo eleitoral teria fretado o veículo para transportá-los. “Denunciar é fácil, difícil é provar. Tem que provar, não é isso?”, questionou.
O promotor afirmou que, por se tratar, em tese, de um crime de menor potencial ofensivo, um termo circunstanciado de ocorrência (TCO) foi lavrado na delegacia e, a partir disso, um processo de investigação para apurar o suposto crime eleitoral será instaurado.
da Redação do pe360graus.com


E AGORA JOSÉ ?