A julgar pelo que publicam os jornais e o que diz a presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), além de encastelar apadrinhados dos governadores e figurões políticos, é de se esclarecer qual a utilidade real deste órgão para a sociedade.
Tribunal que não julga, sem força coercitiva, ou capacidade de intervenção, trata-se um mero conferente de contas e emissor de pareceres incapaz por si só de pressionar as prefeituras que não o atendem em seus pedidos de esclarecimentos. Como exemplo, as prefeituras de Glória de Goitá e Olinda, que há mais de 12 anos ignoram seus apelos de esclarecimentos, sem que nada possa fazer.
Será que este modelo justifica tanta despesa?
por Fernando Spanghero
ferspan@uol.com.br
Saiba mais
TCE acusa Câmara de Glória do Goitá de não apreciar contas há mais de 17 anos








