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A Voz da VitóriaA Voz da Vitória

Jesus Cristo ou Barrabás?

  • A Voz da Vitória
por Valdemiro Cruz

A modernidade que avança de modo assustador, nos faz esquecer o que aconteceu a mais de dois mil anos atrás.

Hoje, tudo é moderno, avançado, multifuncional, total flex, cibernético, essas coisas.

Até as pessoas mudaram. Os conceitos, os sentimentos, as verdades, os compromissos e as tradições, cederam ao modernismo. Coisas da globalização.

Os ídolos são mutáveis com o tempo, ao sabor da mídia que massifica formando opiniões e induzindo principalmente o jovem a aderir a uma proposta que esconde interesses econômicos, financeiros e pulverizam instituições seculares como a família, a igreja e a religião.
Em nome da liberdade, muitos tem-se escravizado a padrões que são incompatíveis com a anatomia, a estética e a imagem e semelhança da criação do Criador.

Antes a rebeldia dos mais jovens e alguns mais maduros, limitava-se a cabeleira cumpridas e as jovens a cabelos curtíssimos, hoje os cortes são radicais e multifacetados, verdadeiras obras de arte com cores chocantes e as vezes causam estranheza. As tatuagens, discretas e sob as vestimentas, agora são expostas em rostos, pescoço, braços e outros lugares, de todos os formatos e tamanhos, multicoloridas. Argolas nas orelhas, no nariz e pincer`s no umbigo, na língua e nas sobrancelhas e em outros lugares menos visíveis dão o tom para mostrar onde estamos chegando pelas asas da modernidade.

Comportamentos e conceitos morais de antigamente, desapareceram dando lugar a liberalidade total. Em nome da liberdade tudo é permitido, aceito e de certo modo imposto incondicionalmente a quem aceitar ou não, sob risco de ser taxado com preconceituoso.

Nota-se o amor sendo confundido e banalizado como “sexo” e levando muitas pessoas a uma transa achando que está apaixonada. A exposição do corpo pelas vestimentas ousadas, o comportamento liberal e estimulado pela mídia, músicas e incontável numero do baladas disponíveis diariamente, atraem e aproximam pessoas que convivem, encontram-se e passam a ver-se como feitos um para o outro, mesmo sendo pessoas do mesmo gênero. Formam pares, pensam que são casais, comportam-se como casais, assumem identidades, enfrentam muitas hostilidades e incompreensões, mas têm resistido e escancarado seus objetivos a sociedade, sem limitações, ora chocando, ora recebendo apoio.

A resistência a essa situação ainda é forte nas camadas de menor formação intelectual, nos meios de cultura mais elevada, os professores, formadores de opinião, intelectuais existe um esforço desmedido no sentido de enxergar a normalidade e o direito de alguém escolher alguém para conviver de forma conjugal. Fundamentam suas teorias na letra de leis criadas e em vigor, atualizada pela modernidade pelos próprios homens.
O tema é polemico e a repercussão geralmente toma dimensões acima do esperado.

Talvez seja oportuno consultar o MESTRE e ouvir seus ensinamentos:

“…deixará o homem s pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.” Mateus 19:5

“Tomai mulheres e gerai filhos e filhas, e tomai mulheres para vossos filhos, e dai vossas filhas a maridos, para que tenham filhos e filhas; e multiplicai-vos ali, e não vos diminuais.” Jeremias 29:6

“…nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” 1 Coríntios 6:10

Assim, estabelece-se um conflito entre seguir a moda, seguir os homens, seguir os intelectuais, os mestres da lei, tudo semelhante ao que aconteceu a milenios atras e fazer mais uma vez uma opção entre Cristo ou Barrabás.

Com que iremos ficar, a quem devemos seguir ?

por Valdemiro Cruz