Criado em 1999, o programa financia a graduação de estudantes sem condições de arcar com os custos de sua formação e que estejam regularmente matriculados em instituições pagas. Mas, apesar da boa intenção, alguns dos participantes não estavam conseguindo arcar com as dívidas do financiamento devido à alta taxa de juros, que chegou a 9% ao ano. Com isso, o objetivo do Ministério da Educação, agora, é tentar acabar com esse problema.
O novo programa terá juros de 3,4% ao ano, dará aos beneficiários um prazo de três vezes a duração do curso para a quitação, uma carência de 18 meses para começar a pagar a dívida e a possibilidade de os formandos em cursos de medicina e licenciatura abaterem 1% da dívida a cada mês trabalhado, caso optem por trabalhar na rede pública ou no Programa Saúde da Família. Além disso, torna obrigatória a exigência do fiador e determina preço fixo para as mensalidades cobradas.







