Agência Brasil
A pressão inflacionária persistirá ao longo deste ano, mas sem riscos de “choques adversos”. A previsão é do analista econômico da empresa de consultoria Tendências, Thiago Curado. Ele estima que a taxa de inflação não deva fugir muito da meta oficial de 4,5%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na avaliação de Curado, deve ficar em torno de 5,9%.
O economista observou que a presidenta Dilma Rousseff assumiu o controle do País sob um ambiente em que o comportamento dos preços estava em alta por causa da melhoria de renda dos trabalhadores e também pela influência da demanda ainda aquecida no mercado internacional dos produtos alimentícios em meio à quebra de safras como a registrada na Índia.






