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Imprensa marrom em Vitória tem medo de renovação

  • A Voz da Vitória
por Lissandro Nascimento

Já não basta a ausência de compromisso de nossos gestores públicos com os desafios que o Município da Vitória de Santo Antão presencia com o êxito do processo de interiorização do desenvolvimento. Percebe-se, infelizmente, que a cidade não está preparada para aproveitar como deveria essa “onda de investimentos”. Como se não bastasse, Vitória é refém de alguns meios de comunicação que praticam a enganação, a calúnia e a mais evidente baixaria quando se brinca com o compromisso do bem informar.

Alguns “radialistas” daqui de Vitória usam do expediente de acusar ou permite que acuse, sem se quer oferecer o direito de resposta de quem está sendo execrado. No entanto, se faz imprensa, verdadeiramente, ouvindo os dois lados.

É lamentável o que aconteceu nesta terça-feira (27), quando a Cultural AM e a TV Vitória deram espaço a uma senhora acusando o time Acadêmica Vitória de ter invadido um terreno em Natuba, em Vitória de Santo Antão.
Há um processo judicial, e isso é fácil constatar, em que aquela mencionada propriedade está sob espólio bancário devido ao pagamento de uma dívida da antiga fábrica da CATIVA. A senhora que está como fiel depositária deste patrimônio acabou alugando o casarão e o terreno contratualmente ao time do Vitória, para que o seu presidente Paulo Roberto pudesse construir um Centro de Treinamento esportivo na localidade, onde certamente iria valorizar a Vila de Natuba.

O que o time do Vitória não esperava é que o terreno estaria sendo cobrado por uma instituição bancária e chegou a se surpreender com uma denúncia feita ao Ministério Público de que estava sendo praticado agressão ao meio ambiente.

De pronto, diante da indefinição legal da propriedade, a Diretoria do Vitória retirou-se de imediato da propriedade. Aprovado o processo de desapropriação, a Prefeitura da Vitória de Santo Antão tem dito que aquela área será destinada a instalação de novas empresas que chegam ao Município.

A disputa pelo terreno, portanto, está entre o banco e a Prefeitura. O time do Vitória não tem nada mais haver com isso.

É engraçado a postura do Ministério Público local. Vários absurdos já foram cometidos nesta cidade, a exemplo de desapropriações vergonhosas em anos anteriores, e qual foi a postura do Ministério Público? Respondo: OMISSÃO!

A imprensa marrom tem usado de um nojento expediente, acusando Paulo Roberto, sem lhe permitir o direito de defesa. Procurando deturpar os fatos e alimentando uma inverdade.

Será por que esta imprensa marrom tem percebido que o movimento de renovação na política tem crescido fortemente no Município e quer a todo custo denegrir a imagem das lideranças políticas que querem construir um novo projeto político para a cidade?

O DIREITO DE RESPOSTA É SAGRADO. A democracia permite que o contraditório seja respeitado.

por Lissandro Nascimento,
Editor do Blog.