Folha PE
Pessoas que buscaram atendimento, neste domingo (21), no Hospital Dr. Paulo da Veiga Pessoa, no município de Gravatá, Agreste Pernambucano, passaram por momentos de irritação devido a superlotação do local. Na recepção, acompanhantes dos pacientes eram informados que apenas um médico estava realizando os atendimentos devido a falta de profissionais no Hospital Geral Alfredo Alves de Lima, em Chã Grande, Zona da Mata do Estado.
“Nos foi dito que todos os casos de Gravatá, Chã Grande e da Zona Rural estavam sendo concentrados no Paulo da Veiga porque o hospital de Chã Grande não tinha médicos, mas também não falaram por que não há profissionais lá”, informou o servidor público Gustavo Veras. Ele chegou ao hospital com o sobrinho, que quebrou o pulso, às 14h30 e só foi atendido depois das 20h. “Estou saindo agora daqui. Às 21h. Mas ainda tem muita gente para ser atendida”, disse.
Ainda segundo Veras, os atendentes do hospital avisaram que a demora no atendimento era porque o único médico do local estava trabalhando na emergência e na internação. “Falaram que é um dia excepcional, mas a demora em ser atendido é, no mínimo, três horas. Apenas os casos de maior complexidade conseguem um atendimento mais rápido”, falou. O FolhaPE tentou entrar em contato com a Secretaria de Saúde do Estado e com a Prefeitura de Gravatá, mas até a publicação da matéria, não houve retorno.








