Não aceitando a demissão de parte dos funcionários contratados da área da saúde e a metodologia usada no processo seletivo para novas contratações, um grupo representante da classe esteve presente na sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e da Promotoria de Justiça de Gravatá, no Agreste. Eles cobram esclarecimentos aprofundados da Secretária de Saúde, Adelaide Caldas, e ao interventor municipal, Mário Cavalcanti, bem como a análise do Ministério Público sobre a metodologia usada para as novas contratações. Segundo relatos de funcionários, muitos nativos não foram selecionados e as vagas foram ocupadas por concorrentes de outras cidades.
Na promotoria, os funcionários foram ouvidos e assinaram documentação que será entregue aos representantes do Ministério Público. Eles aguardam que as demissões sejam suspensas e que os selecionados não assumam.
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