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Recife

Governo vai à Alepe explicar proposta de adiar pagamentos

  • Pedro Alessandro Silva
Governo vai à Alepe explicar proposta de adiar pagamentos

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Salário dos comissionados e bônus dos servidores com função gratificadas devem ser pagos sete dias após o previsto a partir de julho.

O secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, vai à Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) no próximo dia 19 para explicar a proposta de adiar em sete dias as datas de pagamento dos comissionados e do bônus pago aos servidores com função gratificada a partir do mês de julho. A oposição espera que ele apresente as perspectivas para a arrecadação estadual e sinalize se podem haver outras mudanças na folha salarial.

A deputada Priscila Krause (DEM) também espera que o secretário de Administração, Milton Coelho (PSB), participe da reunião. A presença de Stefanni está garantida porque ele vai apresentar o balanço fiscal do Estado no primeiro quadrimestre, que deve ser publicado no dia 15, segundo o deputado Clodoaldo Magalhães (PSB), presidente da Comissão de Finanças. No ano passado, o balanço só foi feito em junho. Hoje, porém, o líder da oposição, Silvio Costa Filho (PRB), deve apresentar um ofício pedindo formalmente celeridade para a realização da audiência.

A oposição também vai cobrar a divulgação do tradicional calendário anual que informa as datas programadas de recebimento dos servidores em todos os meses. A partir de maio, o governo diz que informará mês a mês os dias em que pagará a folha. As propostas de mudança no pagamento buscam permitir que o governo já use a primeira parcela do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que é depositada no dia 10. Milton Coelho já explicou que uma série de medidas estão sendo estudadas para conseguir pagar o funcionalismo em dia. Por ora, as mudanças atingem 5.850 servidores. No plenário, o líder do governo, Waldemar Borges (PSB), afirmou nessa segunda-feira (25) que Pernambuco sobre os efeitos da crise econômica nacional, mas tem feito um esforço para reagir melhor que outros Estados.

Jornal do Commercio