Flanges são estruturas usadas para unir as partes das torres eólicas. A empresa pretende desenvolver parcerias para ter parques eólicos no Brasil com capacidade de gerar até 500 megawatts (MW).
“Até 2030, o crescimento da energia eólica no Brasil será muito importante. Como fabricamos as torres, poderemos ser parceiros em vários parques eólicos”, disse o diretor da Gestamp Eólica, Dionisio Fernández Auray.
Atualmente, a Gestamp participa da construção de sete empreendimentos que vão gerar 189 MW de energia no País. Em operação, a companhia tem o parque eólico Gravatá-Pirauá que pode produzir 24,7 MW, energia suficiente para abastecer 67 mil pessoas durante um ano.
Este empreendimento tem como sócio local a empresa recifense Eólica Tecnologia.
As 15 torres do parque Gravatá-Pirauá estão espalhadas pelos municípios de Gravatá, Pombos e Macaparana. Os dois primeiros estão no Agreste e o último na Mata Norte.







