por Madelely Katty Silva e Hely Ferreira*
Pesquisas realizadas sobre as qualidades ideais de homem e mulher, psicólogos chegaram a seguinte conclusão: o homem desempenha o papel que denominamos de papel instrumental, exercendo profissões, são ativos, realizam tarefas, desempenham e controlam o dinheiro.
É com ele que, a família tem o contato com o mundo exterior, representando interesses da família. A mulher desempenha papel expressivo, controlando o lar, é compreensiva, dá amor, perdão, carinhos aos filhos e a família em geral. É com ela que as necessidades psicológicas são atendidas, mantendo harmonia no ambiente familiar.
O homem é considerado forte, que nunca deve se mostrar fraco. Nas ruas suas conversas giram em torno da política, esporte, trabalho, não existindo espaço para assuntos dos seus sentimentos, ao contrário da mulher que exprime o que sente, havendo espaço para assuntos inter-pessoais. Na grande maioria das culturas as relações das diferenças expresso-instrumental acontecem assim. É bem verdade que, há uma releitura cada vez mais acendrada em relação ao papel desempenhado pelo homem e a mulher na sociedade atual, pois, dia-a-dia, a mulher que ao longo dos anos foi sempre vista como um ser inferior ao homem, vem ganhando espaço significativo e demonstrando sua capacidade em exercer papeis que antes eram exclusivamente entregues ao homem.
A chamada pós-modernidade vem contribuindo para um novo entendimento dos papéis que o homem e a mulher exercem na sociedade, onde determinados conceitos que antes eram vistos como inabordáveis, atualmente estão sofrendo alterações com o afã de um melhor enquadramento social, desenvolvendo uma nova visão do gênero, fazendo com que os papéis sejam redirecionados e consequentemente ocorra uma amplitude das funções de cada um dentro do chamado contexto social.
*Madelely Katty Silva é estudante de psicologia da FAINTVISA.
Hely Ferreira é cientista político.








