Nesta quarta-feira (13), funcionários terceirizados no Instituto de Medicina Legal prometem suspender as atividades, o que deve comprometer a remoção das vítimas das ruas e a liberação de corpos. Eles pedem o pagamento dos salários e equipamentos de segurança para trabalhar. De acordo com o sindicato que representa a categoria, um grupo promete ficar na frente do IML que fica no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, com faixas e cartazes para chamar a atenção da sociedade. Porém, os funcionários estão com medo de aderir ao movimento e serem demitidos.
Os trabalhadores são enfáticos em argumentar que o retorno ao batente está condicionado ao salário no bolso. O presidente da Força Sindical, Rinaldo Júnior, diz que não há meio termo. “A gente só volta a trabalhar com o salário na conta”, diz. Os diretores da empresa terceirizadora de funcionários do IML não foram localizados para falar sobre o assunto.
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