Coluna Repórter JC
Enquanto o TSE proíbe candidatos de usarem o Twitter nessa pré-campanha eleitoral, os partidos políticos não sabem como reagir, a não ser judicialmente. A reação política, como deveria ser, não ocorre porque os partidos brasileiros são frágeis, criados a partir do personalismo e sustentados por eleitores que não exigem posturas ideológicas e compromissos duradouros. Por isso, o recifense não consegue identificar até agora propostas concretas para o Recife, nem para qualquer município de Pernambuco.
A discussão eleitoral passa por nomes, prioritariamente. Depois é que se pode, no guia eleitoral (os comícios foram abolidos) ir prometendo uma obra ali, outra acolá ou acenar para a um mimo assistencialista.
A discussão propositiva e ideológica não pertencem mais aos partidos por causa de seus políticos. Até parece que as cidades precisam, apenas, de certas pessoas no poder. E nada mais.







