Liderando o movimento de oposição para fiscalizar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o líder da Minoria na Câmara, deputado André de Paula (DEM), continua denunciando as obras que não cumprem o calendário combinado. Essa fiscalização foi comentada na manhã desta quinta-feira (19) no Programa A VOZ DA VITÓRIA pela Rádio Tabocas FM (98,5).
Neste final de semana, André de Paula percorreu as obras de duplicação da BR 101 – que liga Pernambuco ao Ceará – previstas no PAC para inauguração no ano de 2010. Mas, conforme constatou o deputado, mais uma vez as obras empacaram. “Infelizmente voltamos e comprovamos o mesmo descaso”, reclamou André de Paula ao informar que também pretende pedir à Polícia Rodoviária Federal um levantamento sobre os acidentes ocorridos na BR 101, em contrapartida, segundo ele, ao descaso do governo.
Há duas semanas, antes da incursão às obras da BR 101, André de Paula também denunciou o descaso do governo às obras do Pólo Farmacoquímico em Pernambuco, em especial as obras da Hemobrás. As denúncias feitas pelo líder da oposição têm percorrido o Estado e alcançado a Esplanada dos Ministérios e o Palácio do Planalto.
Outro assunto abordado com o deputado André de Paula que solicitou no dia 18/11 ao presidente da Câmara, a inclusão da PEC 391/09, na Ordem do Dia para votação no Plenário da Câmara. A Proposta irá beneficiar pelo menos 300 mil agentes comunitários de saúde em todo o Brasil, com o plano de carreira e a definição de um piso salarial nacional para esses profissionais da saúde pública.
Esta PEC estabelece um plano de carreira e um piso salarial nacional para esses profissionais que, de acordo com o líder da minoria, desempenham atividade essencial para a saúde Pública. “São eles que trabalham no porta a porta pelo combate à dengue e, direto nas comunidades carentes, para diminuir o índice de mortalidade infantil”, enfatizou André de Paula.
Ele lembra ainda que, a garantia do Piso Salarial e do Plano de Carreira na Constituição Federal é um reconhecimento à classe que, embora trabalhe em prol da vida, em sua maioria não recebe mais que um salário mínimo.
por Lissandro Nascimento.






