Visitas: 9

A Voz da VitóriaA Voz da Vitória
Gravatá

Ex-prefeito de Gravatá condenado

  • Lissandro Nascimento
Ex-prefeito de Gravatá condenado

Joaquim Neto foi punido por irregularidades na Previdência Municipal de Gravatá

A Justiça Federal em Pernambuco divulgou na última sexta-feira a condenação do ex-prefeito de Gravatá, no Agreste do Estado, Joaquim Neto, e do ex-presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Gravatá (IPSEG) Geraldo Guidotti de Carvalho por improbidade administrativa. A decisão, tomada na última segunda-feira pelo  Juiz Federal substituto da 5ª Vara, Felipe Mota Pimentel de Oliveira, ainda inclui a suspensão dos direitos políticos dos réus por três anos, o pagamento de multa no valor de 30 vezes a remuneração que recebiam nos respectivos cargos e a proibição, também por três anos, de contratação com o Poder Público.

O Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) de Gravatá realizou uma auditoria com o fim de se verificar se a Prefeitura estava repassando as contribuições previdenciárias dos servidores. O trabalho, de acordo com a nota divulgada pelo JFPE, constatou que os comprovantes de repasse continham informações falsas de valores, geralmente maiores que os efetivamente repassados ou simplesmente não repassados. Ainda na auditoria, a Prefeitura deixou de repassar às contribuições do Fundo de Previdência nos bimestres nov/dez 2005, jul/ago 2006, nov/dez 2006 e jul/ago 2008, totalizando um débito de aproximadamente R$ 516 mil.

O advogado de Joaquim Neto, Rodrigo Pereira, informou, ao Jornal do Commercio, não estar ciente da decisão, pois, segundo ele, não está publicada. A reportagem tentou contato com o ex-presidente do Instituto Previdenciário de Gravatá, mas ele não foi localizado.