Apesar de não ser o tema da reunião desta terça-feira (17) da Comissão de Educação do Senado, o uso de termos coloquiais da língua portuguesa, inclusive com erros gramaticais, em livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação (MEC) norteou o debate dos parlamentares.
Inicialmente, a audiência foi marcada para discutir com o ministro Fernando Haddad a comparação histórica entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Henrique Cardoso em publicações do MEC para a rede pública. Como o ministro não compareceu, o tema tornou-se secundário.







