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Entidades sindicais mobilizam suas bases para nova Greve Geral dia 30 de junho

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Entidades sindicais mobilizam suas bases para nova Greve Geral dia 30 de junho
O lançamento nacional do plano foi feito na semana passada, em São Paulo

O lançamento nacional do plano foi feito na semana passada, em São Paulo

Organizar a categoria para a agenda de luta das centrais sindicais contra, dentre outras coisas, as reformas Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo Temer. Esse é o desafio do movimento sindical, que se intensifica a partir desta semana, visando a construção de uma Greve Geral, no 30 de junho, e o Esquenta dessa paralisação, dia 20 deste mês.

A Condsef/Fenadsef reúne seus sindicatos, nesta terça-feira, 13, em Brasília, numa reunião do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE). Na quarta, 14 de junho, tem a plenária nacional da federação. Já o Sindsep-PE deve divulgar em breve um calendário de assembleias extraordinárias nos locais de trabalho. Mais informações sobre o assunto, acompanhe os informativos do sindicato.

“Não temos tempo a perder e nem podemos ser omissos nesse momento. Essas reformas não vão tirar o País dessa crise conjuntural, que é muito mais política do que econômica. Pelo contrário, vão sacrificar ainda mais a classe trabalhadora, e favorecer o mercado financeiro. O movimento sindical tem um papel importante, mobilizador e formador da sociedade, mas cada cidadão precisa também cumprir o seu papel, ir às ruas e reivindicar. Só assim avançaremos”, dispara a coordenadora geral do Sindsep-PE, Graça Oliveira.

PLANO DE EMERGÊNCIA
A Frente Brasil Popular está lançando, em todo o Brasil, o Plano Popular de Emergência para o País enfrentar a crise econômica e salvar as conquistas histórias da classe trabalhadora. Em Recife, o lançamento será nesta quarta-feira, 14 de junho, no auditório do Sindsprev, na rua Marques Amorim, 174, na Ilha do Leite, em Recife. A atividade contará com a presença do dirigente nacional do MST, João Pedro Stedile.

O Plano Popular de Emergência propõe atuação em dez eixos: Democratização do Estado; Desenvolvimento, emprego e renda; Reforma agrária e agricultura familiar; Reforma tributária; Direitos sociais e trabalhistas; Direito à saúde, à educação, à cultura e à moradia; Segurança pública; Defesa do meio-ambiente; e Política externa e soberana.

“É necessário dizer para a população que este projeto é possível. A retirada de direitos, o golpe do governo Temer, a burguesia associada, o monopólio da Mídia e o Judiciário conservador não são caminhos definitivos. O povo pode assumir de novo o poder e pode fazer a diferença nesse momento”, disse Eduardo Mara, da Frente Brasil Popular em Pernambuco, durante abertura da Reunião do Coletivo Nacional de Formação da CUT, que aconteceu em Recife, na última segunda-feira.

OIT

No dia 05 de junho, durante a 106ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho – OIT, em Bruxelas, a CUT denunciou os ataques à classe trabalhadora praticados pelo governo brasileiro. A entidade elencou os danos causados aos trabalhadores contidos nas reformas trabalhista e previdenciária e na lei de terceirização, relatando os episódios de violência por parte do Estado contra os trabalhadores que vêm participando de manifestações populares, como o Ocupa Brasília, em 24 de maio, e o assassinato de trabalhadores rurais, há pouco mais de dez dias.

Ramilson MatosMS/GACEN

Todos os servidores ativos do Ministério da Saúde que recebem a Gacen devem apresentar ao órgão a Declaração Anual de Permanência nas Atividades de Controle de Endemias até o final deste mês, sob pena que terem o benefício suspenso a partir de julho. O documento, que está disponível no site do sindicato (VER AQUI), deve ser preenchido com informações pelo trabalhador, com carimbo e vista da chefia imediata. Em seguida, deve ser entregue no setor de Recursos Humanos.

“Esse é um procedimento corriqueiro, que é feito todo o ano, no primeiro semestre. Infelizmente alguns servidores esquecem e isso pode gerar prejuízo, ficar no mínimo um mês sem receber a Gacen. O Ministério da Saúde já mandou o aviso do prazo. Por isso não é bom não deixar para a última hora”, alerta o servidor do Ministério da Saúde e diretor do Sindsep-PE, Ramilson Matos (foto).

Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco – SINDSEP-PE