
As obras da Barragem do Engenho Pereira, localizada no município de Moreno (RMR), que estão paralisadas há mais de dois anos, ganhou um importante reforço na terça-feira (17/10). Uma emenda coletiva, no valor aproximado de R$ 150 milhões -, de autoria dos deputados federais Betinho Gomes (PSDB), Jarbas Vasconcelos (PMDB) e André de Paula (PSD) -, foi incluída no Orçamento de 2018 e objetiva garantir a retomada dos trabalhos. Assim que for concluída, a barragem será útil tanto para conter as enchentes quanto vai contribuir para o abastecimento d’água das cidades de Jaboatão, Moreno e Vitória de Santo Antão.
Articulador dessa emenda coletiva, o deputado Betinho Gomes ressalta que inverno a inverno, a população pernambucana – sobretudo da Mata Sul e da Região Metropolitana – sofre com as fortes chuvas. Foi assim este ano. Foi assim em 2010, quando a população de Jaboatão e Moreno também foi duramente atingida com o alagamento do Rio Jaboatão. A construção da barragem Engenho Pereira fazia parte do pacotes de barragens que foi anunciada pelo governo estadual naquela época. O Estado fez a desapropriação, iniciou as obras, investiu cerca de R$ 30 milhões, porém, os trabalhos estão paralisados.
“Hoje, trazemos essa grande notícia para os municípios de Moreno, Vitória e Jaboatão. Conseguimos incluir no orçamento de 2018, recursos para retomar as obras do Engenho Pereira. É um primeiro passo que estamos dando. O próximo é brigar junto ao governo federal para a liberação desses recursos”, comemora o tucano.
O parlamentar também destaca que as barragens da Mata Sul vão receber um reforço de recursos para a conclusão das obras. Uma emenda de bancada – dos 25 deputados federais de Pernambuco – está sendo construída para garantir o sossego dos moradores dos municípios da Mata Sul, principal região atingida pelas últimas enchentes, em maio passado.
Engenho Pereira – localizado a 08 quilômetros da sede do município. A Barragem vai captar água no Rio Jaboatão. Quando ficar pronta terá a capacidade de armazenar 46 milhões de metros cúbicos de água. Uma das etapas já concluídas pelo Governo do Estado foi a desapropriação da área e o início da terraplanagem e fundações. A obra, que já consumiu cerca de R$ 30 milhões está paralisada há mais de 3 anos.
assessoria do Deputado Betinho Gomes







