“Nas primeiras semanas após a cheia, recebemos muitas roupas e alimentos, o suficiente para os próximos dois meses. As pessoas agora necessitam de outros itens para que possam realizar suas atividades, como trabalho e escola, normalmente. Por isso, priorizamos o recebimento desses utensílios”, explicou o capitão da Polícia Militar Júlio Aragão.
As doações para os pernambucanos afetados sofrem uma queda natural, avalia o oficial. “É normal as pessoas voltarem a suas rotinas e esquecerem um pouco das doações, principalmente quem já doou uma vez. No entanto, é importante não deixar de contribuir com a causa. As cidades foram devastadas, muita gente não tem mais nada e depende dos donativos”, reforçou.
Em Pernambuco, 67 cidades precisam ser reconstruídas. O governo federal liberou R$ 275 milhões para as reformas e insumos de primeira necessidade. Já a Companhia Nacional de Abastecimento contribuiu com 52 mil cestas básicas. As pessoas que quiserem ajudar, podem levar as doações para o Quartel da Polícia Militar, no Derby, área central do Recife, principal ponto de arrecadação da capital.







