A campanha eleitoral começa a chegar às administrações municipais. O acirramento entre os dois principais candidatos ao Governo do Estado – Armando Monteiro Neto (PTB) e Paulo Câmara (PSB) – se reproduz na Câmara Municipal de Moreno. Na última quinta-feira (4), seis vereadores de oposição – Rael Cabeleireiro (PP), Pedro do Sindicato (PMDB), Severino Cezário (PT), Ana Matos (PSDB), Irapoan Neves (PSDB) e Rubem do Bar (PSDC) – se uniram para rejeitar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), algo inédito na história do município.
Outros quatros, ligado ao prefeito Adilson Gomes Filho (PSB) – Patrícia Brasil (PSB), Carlos Costa (PSB), Givaldo Gonçalo (PPS) e Dicinho de Massaranduba (PSDC) –, votaram pela aprovação. O presidente da Câmara, Admilson Barbosa (PSD), só votaria em caso de empate. A LDO tem como a principal finalidade orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e da seguridade social e de investimento do Poder Público, incluindo os poderes Executivo, Legislativo e autarquias.
Nesta terça-feira pela manhã, a Câmara volta a se reunir para fazer a segunda votação do projeto. Caso o resultado seja mantido, o Legislativo de Moreno formalizará uma coisa sem precedente, de não aprovar a LDO, inviabilizando o orçamento do município para o próximo ano.








