Cenário nacional mostrou melhora no último mês, mas Pernambuco ainda é o último no ranking de geração de empregos no País.
O vigilante José Roberto da Silva, 40 anos. Desde o mês de junho de 2015, José vive a rotina de ir até a Agência do Trabalho de duas a três vezes por mês em busca de uma vaga de emprego. Para ele, os dados de melhorias na geração de empregos no País não condizem com a realidade. “É totalmente o contrário. Hoje mesmo na Agência você está vendo a quantidade de pessoas que estão desempregadas. Isso tudo é ilusão”, opina o vigilante, dizendo que está desanimando e perdendo as esperanças.
De acordo com o Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (CAGED), o mês de fevereiro foi o primeiro em 22 meses no qual o número de contratações no Brasil superou o número de demissões. Segundo informações do Ministério do Trabalho e Emprego, 35.612 novas vagas de emprego foram criadas em fevereiro de 2017.
Apesar disso, o último mês também ficou marcado pela retração nos números de setores da Indústria, Pecuária e Comércio em Pernambuco. Foram acumuladas mais de 16 mil vagas negativas, o que deixa o Estado em último lugar no ranking de geração de empregos no Brasil.
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