O objetivo da Agência é fazer um levantamento detalhado dos danos ambientais causados pelos recentes acontecimentos, bem como verificar os potenciais riscos existentes nessas localidades. Além disso, a CPRH está se mobilizando para ajudar as vítimas, instalando em sua sede um ponto permanente de coleta de donativos.
A reunião envolveu vários setores da Agência e foi coordenada pelo diretor presidente, Hélio Gurgel, que pediu o apoio e a colaboração de todos no sentido de dar prioridade a essa questão.
“A Agência está a postos para cumprir todas as prioridades do Governo do Estado, enquanto órgão integrante da Defesa Civil do Estado. Por isso, estamos concentrando todos os esforços nesse momento de tantas dificuldades por qual passa o povo de Pernambuco”, comentou Gurgel.
Após receber as devidas orientações, os técnicos partiram, no início da tarde, para vistoria de campo nas regiões mais atingidas: Mata Sul – nas cidades de Amaraji, Catende, Cortês, Escada, Jaqueira, Maraial, Palmares, Ribeirão, Sirinhaém e Vitória de Santo Antão – e Agreste – Barra de Guabiraba, Bom Conselho e Correntes. Outros 29 municípios estão em estado de alerta.
Entre as ações imediatas estão a identificação do estado em que se encontram áreas com depósito de substâncias perigosas que possa representar risco de contaminação hídrica; afetação das obras de terraplenagem em curso e verificação da situação dos aterros sanitários.
Também estão sendo observados os danos florestais, e os agentes da CPRH têm autoridade para supressão nas áreas decretadas de emergência. Todo o material coletado, incluindo fotografias, servirá de subsídio para a composição de um relatório final que apontará o diagnóstico para as ações a serem tomadas de imediato.






